economia compartilhada

As grandes mudanças que acontecem na história inicialmente não são perceptíveis. Elas só são percebidas quando já estão estabelecidas. É nesse ponto da evolução da humanidade que nos encontramos. Antes éramos indivíduos, hoje somos seres conectados e isso mudou tudo. Essa conectividade que a tecnologia propiciou foi a força propulsora das grandes transformações que estão acontecendo no mundo em todas as áreas, inclusive na economia compartilhada.

Os hábitos de consumo mudaram. Novos negócios nasceram. Abriu-se um novo caminho de infinitas possibilidades. Estamos conectados entre nós e estamos conectados a todos os serviços, entretenimento, saúde, informação, enfim… temos tudo ao alcance da mão. O mundo é digital. O objeto do desejo migrou da posse para a experiência. Os aplicativos propiciam que o que queremos venha até nós e seja compartilhado com outros tornando bens e serviços mais acessíveis. Nascem novos sistemas de mercado de redistribuição. Aquilo que não tem mais uso num lugar é remanejado para outro e o que viraria lixo se reinventa.

Nasce o estilo de vida colaborativo

Esse é um sistema para reunir a comunidade com objetivo de compartilhar bens, serviços e o próprio tempo. E surgem sistemas de acesso a produtos e serviços em que o usuário paga para ter acesso a um produto por um tempo. Você é dono pelo tempo que quiser.

Não compramos mais CDs, ouvimos música online no spotify, alugar filmes é coisa do passado, assistimos nas plataformas de streaming da Netflix ou da Amazon. O Waze nos indica os caminhos, o Google responde às perguntas. O carro particular virou meio de vida, a sociedade “uberizou”. Essas empresas são apenas alguns exemplos de um novo sistema econômico que veio pra ficar: a Economia compartilhada. 

A vida on demand

A função da economia compartilhada é aproximar pessoas com interesses mútuos. O engajamento e a colaboração da comunidade têm um papel fundamental nesse novo sistema econômico baseado no compartilhamento de recursos humanos, físicos ou intelectuais. Para se ter uma ideia da importância da Economia Compartilhada, as projeções indicam que ela irá movimentar US$335 bilhões em 2025 e pode contribuir com mais de 30% do PIB do setor de serviços no Brasil.

Na economia compartilhada o foco está na vivência. As pessoas estão mais interessadas em ser do que em ter. Você pode ser o dono do automóvel que deseja só nos dias que precisa sem imobilizar o dinheiro da compra e sem preocupação com seguro, IPVA, ou se o pneu está gasto. Assim não há desperdício e tudo fica mais acessível. No dia em que o carro ficaria parado na sua garagem, está rodando com outra pessoa.

Economia compartilhada e a democratização do consumo

Esse novo jeito de viver democratiza bens e hábitos de consumo num momento em que o mundo vive escassez de recursos e crises econômicas ao mesmo tempo que existem exageros e desperdícios nos hábitos de consumo. Um exemplo disso são escritórios de coworking nos quais vários profissionais dividem o mesmo espaço e tempo gerando conexões exponenciais para o seus negócios por um custo muito menor do que um escritório.

E se o coworking for no mesmo espaço onde a pessoa mora ou se hospeda? E se tiver um restaurante ali? Uma loja de conveniência para fazer compras? E se tiver estacionamento? E se puder fazer a assinatura de um carro por quanto tempo você quiser? E se tudo isso estiver conectado ao usuário em um aplicativo? No mundo da economia compartilhada você lucra tempo e qualidade de vida e isso não há preço que pague.

Bewiki e a economia compartilhada

A Bewiki é a startup que reúne em um mesmo empreendimento e em um só aplicativo moradia,  hospedagem, trabalho, conectividade, cuidados com a saúde, carros por assinatura, estacionamento,  gastronomia, consumo e lazer. O propósito da empresa é facilitar o dia a dia das pessoas compartilhando espaços e serviços para que o usuário ganhe tempo e qualidade de vida.

Para isso, a Bewiki que nasceu no mercado imobiliário, ampliou o conceito de morar entendendo que morar não é simplesmente habitar um espaço. A partir da moradia ou da hospedagem, a empresa conecta o usuário a mais cinco serviços, através do seu aplicativo. Esses serviços estão presentes fisicamente nos prédios Bewiki e são acessados on demand pelos usuários gerando cash back. Caracterizando-se como uma empresa de economia compartilhada única, é um hub de acesso a produtos e serviços, pois tem dois hardwares: o real que proporciona os serviços nos prédios e o virtual que através do aplicativo conecta esses serviços e muitos outros ao usuário.

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